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Não se reclama do que já se conquistou!

Sabendo que sou uma afortunada e que tenho TUDO aquilo que preciso, decidi parar de reclamar!
Não se reclama de um amor que é nosso, que nos faz bem, que nos dá forças e motivação para continuar. Não se reclama dos desejos que nos consegue provocar, fazendo-nos sentir vivos e de coração a bater no ritmo certo. Não se reclama de tudo o que conseguimos dar de volta, porque o que recebemos movimenta-nos até a alma.
Já estamos no início de mais um ano e o anterior teve tanto de duro quanto de desafiante. Concretizei mais uns quantos sonhos e fui testada até ao limite. Testaram-me a resiliência, o amor próprio, a determinação e a capacidade de concretização, mas é de mais anos assim que preciso e pelos quais procuro. No entanto e porque nada é perfeito, o ano terminou meio vazio porque não estiveste, não te consegui trazer de volta. Já não tive como ouvir a única voz que quase me enlouqueceu, e que me carregou de paixão, mas também dos pequenos nadas pelos quais todos lutamos.
Prometo que v…
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Como é suposto viver sem ti?

Agora diz-me, se souberes, como é suposto continuar a viver sem ti? O que fazer quando nada do que faço parece ter sentido? O que pode chegar, mesmo que seja bom e me traga notícias que até esperava, se não te tenho para as partilhar? Que sentido faz não encontrar sentido em nada do que faça, mergulhando numa aparente passividade? Vou estando sem estar e dizendo o que tenho que pensar, repensando cada palavra para que não te carregue. O que posso querer desta vida, se nela não estiver quem me foi destinado e quem até já tive?
Não sou programável e não programo em demasia, mas penso, até à exaustão, sobre o que pretendo mostrar e sentir, porque sem fundações resta-me tão pouco, quem nem a pessoa mais plena me saberia reconstruir. Não espero demasiado do futuro, mas incluo-o em cada pedaço de presente que conquisto depois de tanto passado desperdiçado. Já não deixo nada por dizer e não encontro forma de me perder de mim. Não, porque sem me ter ninguém me poderia sentir. Não, porque não…

Escolhi-te porque sei que és tu!

Escolhi-te porque sei que és tu!

Já não tenho nada para entender, sei como gosto de gostar de ti e até onde estou preparada para ir se continuares no meu percurso. A vida nem sempre é clara, por vezes carrega muitas nuvens e vem com manchas nas cores que desejamos límpidas, mas desde que entraste, desde que me tocaste, passei a aceitar as variações que chegam com tudo o que faz parte dos nossos dias. Nada é sempre, tão igual, ou tão definido, que não seja passível de ser mudado ou ajustado, temos apenas que ir regulando a temperatura, refazendo os percursos e tentando que o que nos une seja maior do que o que nos separa.
Sei que tenho alguns talentos, e pretendo usá-los em nosso benefício, fazendo de ti a pessoa mais feliz do meu mundo, para que a tua felicidade venha aumentar a minha. Sei que te toco onde precisas, e que te dou bem mais do que esperavas, confundindo-te um pouco, mas largando um sabor que gostas de manter, na boca, no corpo e em todos os pedaços de ti. Sei que consigo…

Procurei-te na multidão...

Na multidão estavam muitos, tantos rostos, pessoas que se cruzaram, que me deixaram para trás e que me olharam de frente, mas não eras tu. Procurei-te na multidão, sem me aperceber, meia consciente apenas de que era de ti que precisava, era a ti que queria ter, misturado com todos os outros, mas o único.

Por vezes não sei o que faço aqui, pareço mecânica, não me reconheço, estou sem estar e quero o que não encontrei em mais ninguém, mas continuo porque parar não é opção. Deixo-me ir, sei que falo, que rio, que oiço e até opino, mas apenas com metade de mim, com a parte que me mantém a funcionar, porque tudo o resto ficou contigo e não parece querer voltar.
Na multidão, junto de todos quantos poderiam até ter o que procuro, mas nenhum se assemelhava ao que és e tens, perfeito, para mim.
Hoje vi rostos semelhantes ao teu. Senti olhares em mim que me pareciam reconhecer. Senti, na nuca, que me fixavam e voltei-me, umas quantas vezes, achando que seria quem procurava, mas não estiveste em…

Estás definitivamente perdoado!

Não há nada que possa fazer para te mudar. Nada do que queira, mesmo que MUITO, te tornará alguém confiável e capaz de me surpreender, pela positiva, por isso nunca saberás como beber de mim, do que precisarias de conseguir aspirar e respirar para te transformares na pessoa que me serviria, em pleno. Nunca terás, dentro de ti, os mesmos sentimentos que me assolam de cada vez que me atrevo a imaginar-te no meu futuro. Nunca poderei deitar a cabeça e sossegar a alma, porque no teu canto de mundo estará a falsidade, a incapacidade de te dares, MESMO, de seres quem acompanhará os meus passos, tomando-me a mão que acabaria a dar.

A realidade é o que fazemos dela, e as escolhas serão sempre nossas, até para as coisas mais simples. No que toca a sentimentos, a razão deverá impor-se, para que não nos deixemos cair, sabendo, de ante mão, que apenas nós nos poderemos reerguer. Não adianta que se desenhe, mesmo que a pincel, usando cores brilhantes, alguém que se tornou cinzento por dentro, que…

Mudar de palavras ou de comportamentos?

Fazer igual e dizer diferente serve exactamente a quem? Certamente que nem aos autores da coisa. "Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço" - Este deve ser então o truque, a existir um, porque se queremos que nos levem a sério, teremos que saber mudar as acções primeiro do que tudo o resto. Difícil ou preciso de fazer bonecos?

Mudar de palavras ou de comportamentos? Por si só já é uma pergunta estúpida o bastante para que nem deva ser respondida, mas assim mesmo deverá ser feita, porque, e por incrível que pareça, ainda vemos os nim da vida, os que não querem, mas dizem que talvez, quem sabe... Os que não sabem, mas afirmam e juram a pés juntos, que são capazes. Há que haver algum cuidado, cada dia mais, com o que dizemos e a quem o dizemos, porque quando esbarramos em pessoas que já estão para lá de sábias nesta coisa dos sentimentos, o que dissermos mais depressa soará a "garbage" (lixo mesmo) do que fará qualquer eco.

Estamos a ficar FARTOS dos espertinhos…

Temos que parar de jogar, um contra o outro!

Temos que parar com este jogo de espera, com os momentos que nos cobramos, enquanto permanecemos sem saber o que fazer com o que temos agora e que não se parece com nada. Precisamos de apenas precisar um do outro, sem olhar para o que já ficou, lá atrás, até porque o jogo, qualquer que seja, não está a ser bem jogado. Temos que parar de nos afastar do que nos faz bem, porque nada do que vamos fazendo, faz qualquer diferença. Não, porque não nos serve. Não, porque temos desistido rapidamente e muitas vezes. Não, porque tem que haver outra forma, porque esta não serve e porque lutar, contigo, ou contra ti, tem uma ENORME diferença.

Temos que parar de jogar, um contra o outro, já não consigo resistir muito mais e se desistir...

Tenho sempre uma voz que me sopra, durante o sono e quando acordo, que devo continuar à tua espera, mas o raio do relógio parece ter parado e a minha pele retesa-se perante a possibilidade de ter que ser outro, porque não quero sentir outro cheiro. Não quero que m…