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A mostrar mensagens de Outubro, 2013

Tantos MEDOS!

Tantos MEDOS. Agora acordo com eles e deito-me meio anestesiada!

Tenho MEDO de te perder, mesmo que se diga que apenas perdemos o que nunca tivemos,porque  eu sei que já te tenho por dentro e que mesmo não sendo meu, sinto-te como não julguei possível. Sinto que fazes parte do que talvez tenha sonhado e receio nunca conseguir viver.

Tenho MEDO de que nunca chegues a saber o quanto te quero, que mundos conseguiria percorrer para te dar tudo o que sou, para te ver sorrir e para te abraçar sempre que precises de me ter mais próxima de ti.

Se os meus medos servirem para que me conheça melhor, para que me sinta viva, para te ame até que me doa a alma, o coração e o corpo que ando a castigar fjá az tempo. Vou querer que os medos fiquem ainda mais algum tempo, que me ensinem a não querer carregar o mundo aos ombros e me dê a mim mesma o tempo que preciso para que os deixe de sentir.

És tu, já percebi!

Se dúvidas houvesse, certamente que a Andreia as teria perdido todas, logo ali, mal olhou e tocou o Paulo.

Marcaram, de fugida, um encontro para que se pudessem sentir, para que o respirar fosse mais próximo e profundo.

Assim que o seu sorriso se rasgou, Andreia soube que era ele, o seu toque que acompanhava agora a voz que a seguia e perseguia dia fora, era familiar, fazia-a vibrar, sentia-o bem dentro de si, e o prazer, caramba, o prazer de o ter tão perto era tudo o que poderia desejar, mesmo os pedacinhos de momentos, mínimos que nunca lhes iriam bastar, mesmo esses eram maravilhosos.

- Estás bem miúda?
- Contigo estou sempre bem.
- Quando é que te vou ter inteira?
- E se fosse agora?

E foi! Aconteceu, tiveram-se, amaram-se, ansiosos, desesperados. As duas horas pareceram pouco, seria sempre assim, mas pareceram dar a força que por vezes lhes queria fugir.

Relações, são sempre complicadas, penosas por vezes, mas sem elas estamos vazios, os dias caminham, não correm, não se vive, …

Coração dividido...

Ele é grande, um dos maiores orgãos, e consegue dividir-se, multiplicar-se, estar aqui e ali, para quando e quem dele necessitar!

Quem nos ama, quem conseguimos amar de volta, por cuidado, por carne, sangue, toque, terá o coração, o nosso coração, sempre. O meu sei que funciona assim, que o consigo insuflar, fazer crescer, tanto, que me permita chegar a todos os que "gritam" por ele, por mim, pela minha atenção.

Por vezes quase que o sinto rebentar de tanto que dá e ainda vai conseguindo receber, há dias em que se cansa, em que lhe apetece parar, deixar de bombear, sangue, amor, vida, e apenas sossegar, adormecer para conseguir acordar renovado...

Tenho sempre o coração dividido em 3, porque 3 são os meus filhos, mas cabem sempre mais, todos quantos me consigam permiti-lo continuar a bater!

Lonely...

Foi assim, connosco, num tempo que quero esquecer, num tempo em que nunca paraste para me olhares e dizer o que quer que fosse, em que apenas teria parte de ti quando fazíamos o amor que já não me bastava, mas servia para te sentir, para sentir o cheiro do homem que uma vez me fez amar loucamente, desejando que ficássemos e fossemos um só.

Nunca deixei de te querer, de deixar de me importar, mas sei que passaste a não me ver, e que nunca te esforçaste para "carregares" a Mulher que sabias que eu era, a que te encantou pela força de viver, pela alegria, e pelos sonhos que adiei pela tua incapacidade de sonhar comigo.

Eu sei, hoje sobretudo, que fiz tudo, que te dei tudo, e que de nós nasceu a nossa melhor obra, a que irá perpetuar o que uma vez foi tão bonito, mas agora já não quero olhar mais para trás, simplesmente porque passei a entender, finalmente sei, que se não fomos mais, se não continuámos, a incapacidade foi tua, o teu desamor, pequenez, matou-te e a nós como casa…

SOL...

O sol, aí está ele para me aquecer, por fora, e sobretudo por dentro, porque esta alma intranquila precisa que a cuidem sempre, que lhe ofereçam dias luminosos, de céu limpo, onde tudo esteja bem visível e se possa "tocar"!

A música, que nunca me abandona, está aqui, comigo, não permitindo que a solidão se aproxime demasiado, mas as emoções estão ao rubro, e a vontade de que não tivesse sido assim ainda permanece, mesmo sabendo que me amas, que te amo de volta, e que afinal não, não era paixão, é algo que cresce gigante todos os dias, que me ultrapassa e me faz duvidar até de mim mesma.

Fica sempre comigo uma saudade que não consigo arrancar e que me irá acompanhar por longo tempo, porque o teu mundo não corre na mesma direcção do meu, porque existem percursos que não se cruzam, e porque acabo a ter de ti apenas pedaços, bons, dos quais necessito até para respirar, mas que ficam sempre demasiado pequenos...

Se ao menos o sol me conseguisse trazer a clareza de que necessito p…

Dancing me out...

Já era bem tarde, hora em que deveria estar deitadinha, a recuperar de um dia tãoooo longo, mas o que fiz eu? Dancei até à 1 da manhã!

Não é defeito acreditem, é feitio mesmo, se não consigo gastar as energias acumuladas, passo-me para o outro lado, fico eléctrica e incontrolável...

Escolhi bem as músicas, e de auscultadores em riste, dancei até lavar toda a minha alma. Até sentir que me escorria o suor, pelos seios, pelas costas e até estar bem comigo, com o meu corpo, em sintonia com o que sou. A música tem este poder em mim, é com ela que acordo e me revejo. É com ela que sonho (agora contigo) e me preparo para os dias que sempre me conseguem superar e surpreender.

Conheço outras formas de soltar o stress e de perder calorias, mas na falta de melhor...

De volta ao chocolate!

A carência dá nisto. Mulher que não tem o que lhe basta, "vinga-se" nos chocolates, mas como falou um amigo, pelo menos o preto não faz tão mal, sim, porque manter a linha, estar bonita e deixar de desesperar, tudo ao mesmo tempo, nem para mim que sou mulher!

Cada dia mais...

Sim, é verdade, eu continuo a achar que as coisas terão e deverão ser à minha maneira, quando existir uma próxima vez!

Quando algo se desenvolve, quando uma relação se desencadeia, então aí sim, acabaremos, inevitavelmente a fazer concessões a adaptar-mo-nos, mas até lá, não me posso demover do que sou, da forma como penso, do que sei me poderá fazer mais mulher, mais completa e feliz.

Se a vida não nos ensinar alguma coisa, então o que andamos aqui a fazer? Há que reajustar as rotas, redefinir percursos, saber o que pretendemos obter...

Não quero mais do mesmo, quero TUDO, quero o que é meu por direito, pedaços de coisa alguma não por favor, para isso fico como estou e sem razão para reclamar!

Estar bem é...

Estar bem é, no meio de um dia tão louco quanto o são todos os outros, parar, respirar e marcar o número que me levará até ti. Tem sido sempre o que me restaura, o que me permite manter-me focada, capaz de "suportar" todas as horas que me sobram e estar bem, ficando bem!

Estar bem é saber que me fazes sorrir. Estar bem é rir de mim, da tua insegurança e dos momentos que antecipamos mesmo sabendo que muito dificilmente acontecerão. Fazes-me bem, deixas-me a brilhar por dentro e permito-me ser mais do que a profissional que organiza, determina, assegura e faz acontecer. Por alguns instantes, mesmo continuando a ouvir o meu nome que nunca cessam de chamar, tenho-te a ti, a tua atenção e permanece o desejo de prolongar o que me ofereces. Por alguns minutos, nunca os suficientes, és a energia que me alimenta. És o meu oxigénio e a certeza de que me mantenho viva, que sou capaz de desejar, querer e que afinal não me vou fechar ao mundo, apenas porque em qualquer parte dele, existir…

Não tinhas, pronto...

Arrependimentos? Tenho alguns sim, mas cada vez menos daquilo que faço, e sim do que deixei por fazer e agora já não consigo mais recuperar.

Estou a aprender que conhecer o outro, quem cruza o nosso caminho, é algo que leva tempo, que nos pode consumir, mas que certamente dará frutos, nos permitirá perceber se "escolhemos" bem, ou nem por isso. Não há porque ficar magoada, há quem não seja, não consiga, não tenha, simplesmente, o que poderia permitir uma relação de avançar.

Fico algo triste por não me ter explicado, logo do início, que NÃO sou Mulher para se dirigir, NÃO a mal, com arrogância e incapacidade de aceitar que se errou. Tenho muitas fragilidades, mas sei o que NÃO quero para mim, e NÃO quero certamente quem me dêem migalhas, que julguem poder deixar-me numa qualquer gaveta à espera que queiram abri-la e permitir-me o ar que me pertence por direito, eu sou o tudo ou nada, e a AMAR quero e exijo TUDO.

Tiveste-me, fizeste-me bem, amaste-me, eu quero acreditar que s…

Toca-me por favor...

Sempre que te zangas, castigas-me a alma e o corpo, fazes-me deitar encolhida, bem na outra ponta da cama, para não sentir o teu cheiro que me enlouquece de prazer e quase me faz suplicar por ti.

Tu sabes que preciso do teu corpo, que os teus abraços me afastam os pensamentos que me ensombram com o medo de te perder, e que tirares-me o teu toque, a tua boca que me beija como só tu sabes, as mãos que me percorrem o corpo que te pertence, é o que me mata por dentro.

Zanga-te comigo, mas permite que te tenha, agora, sempre, por favor. Fica comigo, dentro de mim, és tu quem eu quero, é a ti que reconheço, os meus movimentos só se coordenam quando sou tua, quando saciada, sei porque te escolhi...

Vem amor, toca-me por favor, preciso de ti!

Conversas da treta...

Digam-me, se o souberem, porque acabamos sempre a complicar tudo, porque não conseguimos escolher a forma mais pacífica e tranquila de nos relacionarmos?

Eu cada vez sei e percebo menos, cada dia conheço menos as pessoas e as descodifico pior. Não sei o que escondem, porque o fazem, o que beneficiam com isso, como conseguem pousar a cabeça e dormir à noite...

Deve ser o final da semana, o acumular de stress, ou talvez as desilusões que se sucedem, na verdade não me quero debruçar demasiado sobre isto, só poderá ter um efeito nefasto. Eu não sou cáustica, não sei andar em pé de guerra, nem gerir a vida como se de uma competição constante se tratasse. Não irão existir vencedores.

Não quero forçar nada nem ninguém, não me quero impor, quero ser desejada, por mim, pelo que tenho e dou. Guerras, não obrigada, preciso de todas as minhas energias para ser mais produtiva, natural, eu!

Como sou para mim?

Como sou para mim? Ainda não terei aprendido a ver-me na totalidade, mas já sei mais de mim hoje, do que em outros caminhos que percorri, sem saber porque o fazia, para onde e quando deveria parar!

Todas as vezes que fecho os olhos, reconheço-me, e fica tão mais simples saber porque penso assim, porque te quero desta forma, porque acabo insegura sempre que não te sinto...

Para mim sou fácil, acessível. Para mim sou quem gostaria de ter ao meu lado. Sei e quero sempre amar com intensidade, como se o mundo amanhã já não coubesse mais, não chegasse para dar tudo o que reservei para ti, sim tu mesmo, tu sabes que é de ti que falo, é contigo que sonho, é do teu corpo que me lembro, e é nele que fico mais mulher.

Hoje, agora, e mesmo antes de te olhar, li-te, escutei-te, e soube que me irias mudar o mundo. O que sinto por ti não vai passar, o teu sorriso, a forma como me tocas, é do que preciso, é o que quero, porque é contigo que sei como sou para mim!

Aprender a seguir em frente...

Entender, aceitar, conseguir deixar que passemos a ser dois, para voltar ao que era antes, muito antes de me fazeres sentir a mulher mais importante da tua vida, não está a ser fácil!

Ainda estou anestesiada pela dor, pelo sofrimento que me vem causando já não te ouvir pela manhã, não saber de ti, do que pensas, dos planos que sempre me incluíam, dos passeios ao final da noite, em que de mãos dadas, apenas eu e tu, sem sequer olharmos para o mundo à volta, falávamos do dia que tinha acontecido, do que desejávamos para ambos e para a família que iríamos alargar, aumentar...

Aprender a seguir em frente, a deixar de ter rotinas nas quais estavas sempre tu, em que uma simples mensagem me descomplicava os dias, apenas por saber que no final estarias à minha espera, de sorriso aberto, com o peito pronto para me aninhares. Eu sei que tenho que continuar, mas não sei como, ainda não.

Não deixaste alternativas, não aceitaste que poderíamos ambos ser como sempre, desde que nos olhámos e nos per…

Ghosts of the past...

Ghosts of the past, they keep on haunting me, bringing up my weaknesses, drawning me into a fear of life, of what I cannot control or explain...

My ghosts appear to have come to stay, and I still don´t know how to survive them, I run and run, but never move. The ground is pulling me down, preventing me from going to you.

I thought and hoped you would take them away from me, but they are stronger, they know me better, they never leave.

I feel like screaming for help, but nobody listens, nobody cares, not even you, you want to believe in the strength I don´t have, I need you honey, please hold me now, please stay with me.

I really hope you can win them over, just this once!

P.S. I Love You!

Será que precisamos de acreditar que o amor verdadeiro existe para estarmos vivos?

Muito para além da perda, fica o que sentimos, o que já nos deram. Quem nos conhece realmente e nos ama com todos os defeitos, qualidades, com as carências, medos. Será possível saberem de nós mais do que nós mesmos?

Vejam o filme, recomendo. Há vidas que permanecem, neste e noutros lugares, unindo-nos a escolhas, a corpos. Por um amor assim matava e morria!

Não pediste...

Vi-te ir, até a tua silhueta se misturar com todos os outros corpos e passos que pareciam tal como tu, fugir, de algo, de alguém, ou apenas seguir, continuar!

- Se me pedires não vou, tu sabes.
- Não posso fazê-lo, tu também o sabes. A decisão é tua, já esperavas por esta oportunidade há imenso tempo.
- Sim, é verdade, mas tu não existias antes, não estava nos meus planos querer-te, que entrasses na minha vida, agora é tudo diferente.

Mas eu continuava a achar que não me cabia a mim mudar-lhe os rumos, fazer com que escolhesse entre o que sempre planeara em termos de carreira, e uma mulher a quem amava profundamente, mas que também tinha um percurso e não passava por o acompanhar. Ir viver para uma cidade como Paris, que já ambos conhecíamos e na qual nos tínhamos amado profundamente, isso para já não era opção.

- Não te vais arrepender amor e fazer-nos sofrer aos dois?

Eu não sabia, não teria como, não ainda.

Voltei-me para trás, quando achei que já estava numa distância segura, e ai…

Lembro-me, sim!

Fiquei incrivelmente surpreendida quando me disseste que ainda te lembravas de mim dos tempos do liceu. Eu acabo sempre a admirar a capacidade que algumas pessoas têm de recordar rostos, situações, lugares, com imensos detalhes, porque eu não possuo uma memória visual apurada.

A vida é engraçada! Coloca-nos no caminho de outras pessoas, mas passamos sem as notar. De ti não me recordo e não porque fosses transparente, mas porque, e de entre tantos, nunca pressenti nenhum sinal que me fizesse voltar a cabeça. Na altura, e disso recordo-me bem, eu andava sempre altiva, raramente seguindo olhares, ou voltando a cabeça, sempre me incomodou que me olhassem e que me acompanhassem os passos. Agora ficamos ambos a pensar o que teria acontecido se nos pudéssemos ter realmente visto, um ao outro...

Falaste no meu tom de pele morena que se destacava. De eu ter tudo no sítio e de como te encostavas às paredes e me olhavas enquanto me movia. Não me impedi de sorrir perante a imagem e estou certa d…