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A mostrar mensagens de Abril, 2015

O que posso contar...

Entre muitas outras que te incluem, posso contar que pensar em ti, me deixa tão tranquila que dou comigo a achar que me dopei, que tens alguma substância que entra no meu sistema, que se mistura com o meu sangue e flui de forma tão natural que pareces estar em tudo o que sou e faço!

Posso sempre contar, mas não a muita gente, que me forneces toda a energia que move o meu corpo, que a forma como me vês, me deixa a acreditar que sou realmente assim, e que valho a pena, pelo menos para ti.

Já te respiro, sei de cor cada pedaço de ti, consigo guardar a tua voz e ouvi-la, de cada vez que não te tenho, sempre que te afastas demasiado e me encolho, com um medo que ameaça crescer, se imaginar que não voltarás.

O que posso contar, sobretudo a ti, é que já importas demasiado, que és quem procurei muito antes de saber que precisava, que contigo não receio o que mudará, o que terá de ser ajustado. porque todos os momentos que nos couberem servirão para nos aproximar, para entendermos o que somos…

Não te magoes!

Não te magoes. Não permitas que te empurrem e que te façam sentir que não podes. Tens que te proteger, sabendo que não caminharás sozinha, se o estiveres!

O meu conselho é que não sejas a segunda, que lideres sempre e que saibas como puxar, pela mão  para o teu lado, quem importar, mas não fiques para trás e nunca te anules. És e sempre foste um modelo para mim, uma força da natureza. Tinhas o olhar dos vencedores, dominavas o mundo, sabias onde e como ir, puxavas os outros, encadeavas todas as correntes, fazias acontecer, mas mudaste e permitiste que te separassem de ti mesma. Cedeste e acabaste a perder. Já não és quem conheci, metade de ti ficou na dor que te infligiram e mesmo que saiba que te irás restaurar, jamais terás o mesmo brilho, mesmo que  a tua força tenha duplicado, já rachou e já saboreaste de que forma fica quando se quebra, e juntá-la demorará mais tempo.

Puseste o amor em primeiro lugar, como te ensinaram e sabias ser certo, mas não encontraste o amor que te serviri…

Posso tão pouco agora...

Já não posso ver-te, tocar-te, sentir-te, trocar tempo e palavras, tudo isso deixou de ser possível, já não nos encontramos, já não nos devotamos qualquer espaço ou lugar, parecemos ter desistido de nós!

Acabámos em sítios distintos e fomos saindo, de mansinho de cena. Esgotámos as palavras e ficámos vazios dos sentimentos que nos juntaram antes.

Já houve uma altura em que "atirava" para ti a responsabilidade, e recebia de ti a mesma bola. Já tive momentos, em que te amaldiçoei e em que te atribuí todos os meus males, adiando o amor que te tinha, mas agora sei e sinto que terminámos esta caminhada, que nenhum de nós voltará a encontrar forma de se encaixar, de se retornar e de reavivar um amor que deixámos morrer.

Não posso, agora já não posso, nem tenho o direito de te prender, porque até eu já parti, soltei a tua mão e deixei de te reconhecer.

Preciso de me focar no que me levou até a ti, preciso de recordar tudo quanto serviu para me acrescentar vida, porque a verdade é …

Decidir, escolher...

Todos os dias, a cada segundo, ou minuto das nossas vidas, somos levados a decidir, e a fazer escolhas que poderão mudar tudo!

A pressão para que se saiba todas as respostas, logo, de imediato, na ponta da língua, a urgência do "ontem" para tudo, a incapacidade, por vezes, de apenas se dormir sobre o assunto, esperando pelo que até é passível de ser feito com tempo, torna-nos nervosos, inseguros, com medos que se alastram, com o eterno pânico de falhar, de não estar à altura, de arriscar demasiado.

Estamos a viver à pressa, a querer TUDO, resolvido no mesmo instante, os lugares definidos, as relações com nomes, as emoções catalogadas, não sabemos, ou talvez tenhamos desaprendido, a viver no dia, a usufruir do que chegar, inalando profundamente as emoções que nos oferecem, e apenas esperando, pelo momento certo, porque o existe.

Que bom que seria, termos partes de nós, que estivessem protegidas, escudadas desta azáfama diária, e que o nosso lugar interior nos mantivesse acim…

Não mando, claro!

Não em tudo, não nos outros, e por vezes até pouco em mim e na forma como queria gastar o meu tempo, mas pelo menos opino, vou lutando e tentando que cada dia me permita aprender a alterar o que me incomoda, o que não se ajusta tão bem, mostrando-me o que não faço tão bem!

Não mando no que sinto, na forma como amo, das vezes em que me desiludo, e mesmo assim insisto em "perseguir" quem não me ama da mesma maneira. Se mandasse, nos sentimentos que até acho ter em demasia, refreava-os, cortava-lhes umas quantas pontas e deitava-as fora, para bem longe...

Acredito, que emocionalmente, só consiga mandar quem não tenha sentimentos, nem por nada nem por ninguém, e eu vou preferir ser esta "coisa", esta "máquina" de emoções, que parece estar mal afinada e a precisar de calibrar, do que não sentir, do que apenas passar pelas coisas, do que não viver.

Se eu mandasse, obrigava toda a gente a curar-se dos males interiores, falando do que os magoa, não parando de pr…

Help me please...

Help me please! Take this weight off my shoulder, let me go, let me live again, feeling happy all the time, knowing my path, being ready for another you to come along!

I miss you so bad, and my heart keeps warning me, "I´ll fail on you", and eventually it will. It won´t stop beating, but it will miss seeing who matters, who could come along and take the rest of you.

I hate these grey days, the ones in which I feel so down I can´t breathe, so angry and frustrated that I end up hating myself. I shouldn´t have let you enter and stay, you are in my skin, I can still feel you, I know every sigh you make, the way you smile, your deep eys in me, I remember every word.

I need you to help me, I don´t seem to know how to do it myself, I´m lost, I´m into you, too much. Just say the right words, talk to me and free my soul, PLEASE!

I no longer want to belong to you.
I need to be me, again.
I have to start over, to accept your choice, but if you could only explain...

This will definately…

Não sei!

Se mudarias alguma coisa, se te apressarias a saber de mim, ou se te importaria, saberes que me vou embora, que em breve deixarei de estar, à tua distância, a real, porque a emocional foi imposta por ti, e já é enorme, não sei, nem me interessa!

- Porque não lhe contas?
- Porque não é importante, porque não tem que ser por qualquer outra razão, que não a de me querer     realmente.
- Não gostarias que te contasse, se estivesses no lugar dele?
- Numa situação normal, CLARO que sim, mas para que me apresasse a decidir o que apenas
  me deveria caber a mim? NÃO, de todo.

Vamos voltar à frase, já um pouco gasta, que diz que quem ama, cuida e quer saber do outro, mas a ser assim, nada se poderia interpor, entre o que sabemos ser certo, e a necessidade que tem o outro de que vejamos o visível. Se soubermos quem é que nos deixará bem, se tivermos tido tempo de perceber quem estava do outro lado, então essas serão as razões que bastam, e a solução passará por cuidar, amando, e estando presen…

Ninguém é igual...

Não a ti, e não que o esperasse já, mas talvez alguém melhor, para que o pudesse aceitar, mas a verdade é que não consigo ver ninguém como te vejo, não consigo voltar a sentir o que apenas tu me passas, ou talvez simplesmente não o queira!

Não me basta que me queiram, não aceito que me consigam ver, que me imaginem nos seus futuros, porque eu não estou a planear nada, quero apenas conseguir, ir indo, devagar, nos meus caminhos, pedindo que me deixem sossegada. Ok, eu sei que não quero acabar sozinha, que nem sequer fui feita para não ter com quem me partilhar, mas prevejo um enorme trabalho que quem me quiser mudar, ou tão somente, chamar-me à atenção.

Dá trabalho planear a vida, conseguir olhá-la, bem de perto, com quem nos irá acompanhar, tanto trabalho, que começar de novo me arrepia, que ter outro toque me dá vontade de desatar a correr, sem nunca olhar para trás...

Tive que me rir, com a observação de alguém que se consumiu pelo meu desinteresse,  - Porra mulher, tens uma forma …

Com a minha voz!

Sei usá-la, claro, basta que a envolva nas minhas palavras, que por si só já são um Universo, e que ao misturar as duas, mude algumas vidas, sarando algumas feridas, pondo em sons o que tanto assusta algumas pessoas, porque a verdade é que a voz entra bem dentro de cada um e quando a usamos, deixamos de poder retirar o que já foi dito, para o bem e para o mal!

Hoje é o dia mundial da voz, e eu estou a sentir-me agradecida, porque possuo uma que mexe sempre com os outros. É suave, mas intensa. É sensual, porque a sei colocar, é a voz que gostaria de ter, e que veio como a imaginava. Sou tenor, canto com alma, porque ela me permite, porque tem alcance para que chegue a tons mais agudos, para que me tire para fora e ofereça ao mundo as minhas palavras em forma de sons.

Nunca nego a minha voz, nunca recuso falar com quem quer que seja, porque as vozes não me assustam, mexem comigo, claro, mas completam tudo, resolvem dilemas, acertam pontas soltas, chegam quando precisamos e vão-se deixa…

Mais sensata!

É o que vem com o crescimento, e porque percebo que já não sou mais uma menina, e que se não for sensata, se não for eu a cuidar-me, ninguém o fará, tão bem, porque ninguém poderá ver com os meus olhos, nem decidir por mim!

Acordo, todos os dias, a gostar mais de mim, a perceber que consigo a sensatez necessária para saber esperar, para ir alinhando pequenas falhas, corrigindo o que faço menos bem, olhando para as coisas com mais atenção. Estou tão focada em mim, nos meus progressos, que por vezes dou comigo numa sensação de estar a pairar, como se estivesse fora do meu corpo, a observar-me, e não consigo parar de sorrir, porque afinal o que vejo enche-me de orgulho, faz-se sentir que tem valido a pena, e que não desistir apenas me melhora, e acabará a levar-me bem longe.

Estou a trabalhar a tolerância, estou a incluir mais pessoas, as que tão severamente julgava, porque lhes exigia a minha segurança, a minha determinação, mas precisei de aceitar que cada pessoa se rege pelas suas pr…

Forças que chegam...

Forças que chegam sempre que precisamos delas, para nos adaptarmos, para podermos prosseguir, para nos vermos onde apenas será possível!

Estás a surpreender pela tua capacidade de cuidares de todas nós, de ires à luta e de fazeres acontecer. Era assim que te via, mas foste-te perdendo, aceitando o que te chegava, sem protestar, deixando que escolhessem por ti, que te dessem o que achavam certo, e ficando mais pequena, mais infeliz, menos tu.

Eu sei que te alimentas do que esperamos nós, deste lado, e que sabes que estamos prontas para te seguir, para arrumar as malas, que até já estão feitas, e apanhar o avião da vida.
Eu sei que isso te dá alento e que consegues ver o que nos está reservado, e o quanto poderemos ainda rir de tudo isto, até do que pareceu tão gigante, e que nos fazia olhar para cima, mas afinal percebendo que grandes somos nós, se quisermos, se soubermos para onde ir, se formos para todos da forma que esperamos sejam para nós, se nunca desistirmos de encontrar o que n…

Friends come in huge packets!

Friends come in huge packets! Não tens noção da falta que me faz alguém como tu, que me oiça, sem me julgar, mas que me saiba dirigir, importando-se mesmo, como o faria o melhor amigo, ou um irmão de sangue!

Gostava de ter mais pedaços de ti, de poder usufruir do que certamente terás para me oferecer, da capacidade que tens de me veres para além do que vejo eu.
Gostava que pudéssemos partilhar momentos que nos escurecem a alma, aclarando-a, para cada um, ajudando-nos a superar um mundo que parece, tantas vezes, demasiado cruel, para que lhe consigamos sobreviver.
Gostava de te ter como um verdadeiro irmão, ou tão somente como a outra metade de mim, aquela que não preciso de esconder, nem de fantasiar, porque me entende, porque não precisa que explique o óbvio.
Gostava de poder aprender com o que já viveste, não pela nossa distância em idade, mas porque és homem, e porque passaste pelos lugares de onde fujo, e porque já te deste, enquanto eu me mantive a passar ao lado do que sei fará de m…

O que vim aqui fazer?

Parece que já o entendia, mas não com as palavras que me mostraram, não desta forma, tão certa, como tudo o que sempre considerei certo para mim!

Vim aqui aprender umas quantas coisas que já me esforço por melhorar, vim para ter a postura que me levaria até a ti, e foi por isso que chegaste, achando, logo no início, que eu subia mais alto do que deveria, mesmo que estivesse no lugar certo, achando que precisava de me saber misturar, de aceitar a pequenez dos outros, de não me fechar num mundo onde só caberia o que consigo, e que até é muito. 
Como tudo será sempre um percurso, estou a baixar-me mais vezes, sem me curvar, apenas na posição que fará com que o meu olhar toque os outros, para que pare de ver de forma distorcida, quem não consegue a minha clareza e rapidez de raciocínio.
Não duvidem que por vezes se torna difícil, que cansa parecer que se sabe tudo, cansa antecipar o que eventualmente chegará, sem ter forma de desfazer o que se fez. Será sempre difícil aceitar que eras tu…

O que seria de mim...

Como é que me voltaria a pôr de pé, se a tua falta física fosse para sempre, se nunca mais te pudesse tocar, e se soubesse que saber de ti jamais seria possível?

Arrepiei-me, apenas com a ideia, porque sinto que passamos metade do nosso tempo a achar que tudo ficará no lugar certo, e que teremos forma de resgatar o que perdemos, mas se for para sempre, se nunca mais tivermos como nos olhar, e se acabarmos onde começámos, à procura um do outro, como é que eu poderia resistir?

Tanto que já tivemos, mas tão pouco ainda, que perder-te, irremediávelmente, seria perder o pedaço maior de mim, e isso sim seria difícil de suportar. Ainda consigo saber ao que cheiras, como te moves e de que formas me abraçavas, agora ainda poderia reservar-me a um momento de loucura e ligar-te a implorar que me escutasses, que aceitasses aceitar-me, mas se te fosses para sempre, se o teu corpo se consumisse para permitir a saída de uma alma que não poderia continuar aqui, eu sei que enlouqueceria, sei-o porque…

Mais música...

Depois de ouvir o Rod Stewart a cantar "Have I told you lately that I love you?", fiquei a pensar em quantas pessoas, conseguirão, a cada dia, dizer a alguém que a amam, e se serão as que bastam, certamente que não, de contrário teríamos um mundo bem melhor!

Ter quem nos ame tanto, que nos arranque a tristeza, e nos encha o coração de felicidade, ter a quem possamos dizer o que sentimos, sem medo de interpretações e de juízos errados, alguém a quem a nossa metade precise de manter reconfortada, e que tudo o que possamos fazer ou dizer sirva para que tudo o resto se encaixe, no lugar certo, amando de forma desmedida, sem recuar perante o que nos sai, sem controle, de tão dentro, que fará efeito imediato, não é o que sonhamos todos?

O que nos impede então?

Porque será que dizer Amo-te, parece vir com mais responsabilidade do que a conseguimos garantir, porque teremos que pensar e repensar o que a razão não explica, apenas o coração e a nossa essência sente e deseja?

O que nos impe…