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Tempos que matam qualquer tempo!

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Feelme/Tempos que matam qualquer tempo!


Não termos forma de nos encaixar, a nós mesmos, se os tempos que nos dispensarmos, não forem os que nos fazem falta!

Teremos, quase sempre, tempos que nos matam qualquer tempo de qualidade, pessoas que nos retiram alguma vida, sugando o ar de que necessitamos, provando-nos que não adianta, não faz sentido, nem vale a pena que lhe devotemos qualquer segundo. Teremos, em todas as fases da nossa vida, quem não saiba, muito bem, o que faz por aqui e assim nos inunde de momentos que deveríamos empurrar para longe de nós. Teremos, em diversas fases, nas boas, e até nas menos boas, quem nos recorde do que tanto tentámos esquecer, mas é por elas, e com elas, que acabamos a mudar-nos, para melhor.

Aprender a dizer não. Aprender o valor dos momentos que nos acrescentam. Aprender que da nossa importância sabemos nós, permite que mudemos o curso do tempo, e acabemos a incluir, nele, quem deve permanecer.

Ser quem imaginámos, olhando-nos por dentro, fará com que todos os outros entendam, qual o percurso que planeamos seguir. Não perder, nem 1 segundo que seja, com os olhares dispersos, daqueles que nada nos acrescentam, é tudo o que me vejo a conseguir agora.

Os tempos que matam o tempo que só a mim pertence, estão a começar a rarear, porque estou a reaprender algumas das regras que me atrevi a deixar esquecer. Já sei que terei que ser eu a coordenar o que me importa, e que à minha maneira, só eu mesmo. Os outros terão a importância que lhes atribuir, e o que considerar prioritário, vai sê-lo. Já me prometi!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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