Avançar para o conteúdo principal

Nem sempre apetece mudar!

Green Grass Field Near Gray Concrete Road Under Sunny Cloudy Sky
Feelme/Nem sempre apetece mudar!Tema:Sentimentos!

Nem sempre nos sentimos com vontade ou coragem para novos desafios, Nem sempre apetece mudar, quando muito deixarmo-nos enrolar e dormir até que passe o desafio. Nem sempre o destino nos é favorável, mas é nesses momentos que nos devemos reavaliar e tentar entender o porquê do que nos estão a "sugerir", à força.

Mesmo que seja uma alma livre e capaz de se adaptar, virando-me e revirando-me quantas vezes fizer sentido, estou a acusar um cansaço emocional que me desgasta e quase força a que me renda. A verdade é que não apetece render agora, não tenho qualquer vontade de me deixar ir, quero bater o pé e ser eu a comandar, como já faço em tudo o resto, mesmo que saiba que nunca se controla nada.

Nem sempre apetece mudar, e neste minuto imediato, não me apetece de todo, mas daqui por mais uns quantos segundos, depois de já ter digerido o que vem SEMPRE aos sopetões vida abaixo, eu aceito e lá vou. Ainda não posso calçar as pantufas. Ainda não posso apenas levantar-me quando me der na real gana, ou deitar-me sem hora. Ainda não escolho tudo, mesmo que todas as escolhas passem por mim. Algo ou alguém bem mais poderoso do que julgo ser, desafia-me até ao limite e por isso lá vou eu, querendo ou não mudar.

O que não nos mata...

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…